Programação

 

Exibição no Canal Futura, estréia para o dia 5 de março:

Horário:  Segunda às 6h30min e ás 11h30min – durante 10 semanas.
Reprise sábado às 12h30min.

Exibição na Rede Globo, estréia 17 de março:

Na TV Globo todo sábado às 6h:20 min., a estréia será na Faixa Globo Educação dia 17 de março e se encerrará no dia 19 de maio.  


COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO, MULTIPLIQUE ESSES VALORES!

 

PROGRAMA SÉRIE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO
Pgm 01 – COOPFAM / COAGROSOL

Exibição - 05/03

Duas histórias exemplares de Comércio Justo internacional par excellence : o café de

Poço Fundo-MG, por meio da Coopfam e o suco de laranja de Itápolis, com a Coagrosol. Duas histórias e muitos pontos em comum. Café e suco de laranja, dois dos principais produtos da pauta de exportações do Brasil. Aliás, dois produtos em que o Brasil é líder mundial e no programa são mostrados sob um novo enfoque: o do comércio justo, com sua evolução internacional, como esses produtos se viabilizam no mercado justo internacional, qual a proposta, os princípios que norteiam essa atuação e qual o impacto gerado nas comunidades de Poço Fundo, em Minas Gerais e Itápolis, em São Paulo.

Pgm 02 – APAEB

Exibição - 12/03

Na trajetória de um tapete de sisal, do consumidor à plantação, do processamento do fio à tecelagem, e da organização comunitária para acessar mercados, o programa conta a história exemplar do povo de Valente, na Bahia, e sua associação, a APAEB.

O programa mostra que a APAEB é um exemplo perfeito de organização justa e solidária que pratica os princípios do Comércio Justo e, por isso, tem facilidade de acessar mercados. O programa mostra exemplos de iniciativas que foram surgindo e que hoje geram resultados concretos para toda a comunidade: investimentos em educação e treinamento, geração de renda, preocupação com o meio ambiente. Enfim, uma sociedade nova, mais justa.

Pgm 03– Mãos de Minas

Exibição - 19/03

Com tanta diversidade cultural, o Brasil  é um dos maiores produtores mundiais de artesanato. E o Estado de Minas Gerais concentra grande parte dessa produção. Foi em Minas que surgiu a Central Mãos de Minas, uma comercializadora de artesanato que  busca alternativas para acessar mercados. O programa mostra que cada vez mais ela procura atuar de acordo com os princípios do Comércio Justo para conseguir acessar mercados aqui e no Exterior.

Pgm 04– Dom & Arte, Fibra Nativa e Cores do Algodão

Exibição - 26/03

O programa mostra  três iniciativas de comunidades  em Mato Grosso - que abriga um dos mais importantes biomas do planeta - que procuram acessar mercados em busca de melhores condições de vida. E fazem isso valorizando o que é deles: a riqueza da fauna e flora do Pantanal e da cultura regional matogrossense. Músicas, danças, saberes e costumes dos quais eles se orgulham e não abrem mão. Um projeto de Desenvolvimento Sustentável que vai se viabilizando com o apoio do Sebrae. O engajamento, a organização, a união e o trabalho consistente são as bases para essas comunidades pavimentarem o caminho que leva ao Comércio Justo e Solidário - uma grande rede que se mantém e cresce a partir de uma nova lógica de consumo. Para isso, as comunidades começam a atuar de acordo com princípios como organização democrática, respeito ao meio ambiente e acesso direto a mercados. Tudo  com mais igualdade e justiça para todos.

Pgm 05– ARTESOL

Exibição - 02/04

O foco desse programa é a inserção de comunidades marginalizadas – na economia e na sociedade – por meio de um modelo de comercializadora que atua como uma grande articuladora de acessos aos mercados. A protagonista é a ArteSol, uma ONG criada para ser uma espécie de atacadista de peças e artesanato produzidos em mais de 80 localidades em 17 estados brasileiros. 

O programa mostra como esse modelo promove o encontro e ou a geração de negócios entre produtores e compradores. E os consumidores, neste programa, são muito específicos: o atacadista, o varejista, o ponto-de-venda e os profissionais como arquitetos e decoradores.

Pgm 06– MUNDARÉU

Exibição - 09/04

O programa indaga: você é um consumidor consciente? E ao entrevistar um desses consumidores, chega até a Mundaréu,  a primeira loja brasileira que busca atuar dentro dos princípios do comércio justo.  Com a proposta de loja como comercializadora, a Mundaréu garante o encontro das  duas pontas do negócio - produtores & consumidores- na  comercializaçã o.

Mas ela faz mais: atua fortemente na capacitação  dos fornecedores de artesanato, com ênfase no desenvolvimento de design e arte. E como elo comercial, aproximando produtores e consumidores, a Mundaréu se transforma num meio exemplar de acesso a mercados a partir dos princípios do comércio justo.

Pgm 07– COOPERAGUA - CORLAC

Exibição – 16/04

A importância da organização e da atitude proativa de trabalhadores e de comunidades para tornar sustentável uma atividade econômica. Duas histórias: uma no Vale do Ribeira, em São Paulo, e a outra no  Rio Grande do Sul. Em comum: a partir de uma crise, criaram-se várias oportunidades que hoje dão condições justas de trabalho a pequenos produtores, geram emprego, renda e movimentam a economia local.

Com a consolidação do Comércio Justo, histórias como essas podem se tornar cada vez mais comuns.  Afinal, são  ações de desenvolvimento sustentável ao longo da cadeia produtiva, onde todo mundo sai ganhando.  Resultado: bom para quem produz, para quem compra, para  quem consome e bom para o planeta.

Pgm 08 – COOÉRCAJU – APISMEL – REDE ABELHA

Exibição - 23/04

A rede Abelha apresenta suas experiências como uma articulação de produtores que buscam realizar processos de comercialização em diversos espaços, inclusive apresentam que recentemente criaram a Cooperapis – uma cooperativa para apoiar a venda de insumos para criação de abelhas, bem como a comercialização do mel e outros produtos. Serra do Mel, também no Rio Grande do Norte é mostrado no vídeo como outro exemplo de como a união e a articulação de pequenos produtores faz a diferença na hora de acessar mercados. As experiências de mercados alternativos, como a dos apicultores e produtores de caju, propiciam o aprendizado comercial. Os pequenos produtores formam associações e cooperativas, e estas formam redes que, por sua vez, se unem a outras redes, como uma grande colméia.

Com isso, todos ganham força e conseguem negociar condições melhores de comércio e conquistar mercados abrangentes. Nesse movimento, toda a comunidade sai fortalecida, com a criação de relações equilibradas e justas.

Pgm 09– REDE ECOVIDA – REDE XIQUE XIQUE

Exibição – 30/04

Dois Estados, um do Norte e outro do Sul. Em comum, muito mais do que o mesmo nome de Rio Grande.  O programa mostra os exemplos de duas redes que atuam de acordo com os princípios do Comércio Justo: a Rede Ecovida, no Rio Grande o Sul, e a Rede Xique Xique, no Rio Grande do Norte.

Nas redes Ecovida e Xique-Xique,  as parcerias entre diversas associações e a promoção do contato direto entre quem produz e quem consome mostra que é possível garantir a qualidade da produção, respeitar o meio ambiente e ter condições justas de trabalho, comercializaçã o e geração de renda. Nos dois casos, a união de vários pequenos produtores se multiplica na força das redes.

O comércio solidário e justo através de redes cria e amplifica oportunidades para que todos - e todas – possam ter uma vida melhor. E tudo isso com a promoção do desenvolvimento regional de forma sustentável.

Pgm 10– COOAFAP-COOAPAPI- JUSTA TRAMA

Exibição – 07/05

O programa percorre várias regiões do Brasil e vai até a  Europa para mostrar diversas experiências de trabalhadores que se associam em redes para acessar mercados  de uma forma mais justa. São exemplos de busca de relações comerciais estáveis que possam garantir vida digna e perspectiva de futuro a pequenos produtores.

No Rio Grande o Norte, a experiência de duas cooperativas da cidade de Apodi; na  cadeia produtiva do algodão agroecológico, a Justa Trama se forma no Ceará, passa pelo interior paulista e a Grande São Paulo e desemboca em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. E no exemplo das grifes Tudo Bom e Veja, produtos brasileiros do comércio justo desembarcam em Paris e acessam o mercado europeu.

Tudo de forma sustentável. É o Comércio Justo e solidário mais  do que nunca possível e real. Um comércio que  só tende a crescer, com a participação de cada um na outra ponta deste processo, exercendo o papel de consumidores conscientes e comprometidos com um mundo melhor.